Da Folha Online:
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Celso de Mello concedeu liminar nesta quinta-feira derrubando o recurso do PT que era contrário à instalação da CPI do Apagão Aéreo. Com isso, Mello restaurou o ato de criação da CPI, do último dia 7.
“A presente decisão limita-se a paralisar os efeitos da deliberação plenária da Câmara impedindo desse modo, até final decisão do STF, que se tornem irreversíveis as conseqüências resultantes da desconstituição do ato da presidência da Câmara que havia reconhecido a existência da CPI”, diz o despacho de Mello.
Para a oposição, a decisão de Mello abre caminho para a imediata instalação da CPI, já que o recurso contrário à investigação foi derrubado.
“Se o requerimento de criação da CPI tinha fundamentação, o presidente [da Câmara, Arlindo] Chinaglia tem que dar o prosseguimento cabível, que é pedir para as lideranças para que indiquem os membros da CPI”, disse o deputado Otávio Leite (PSDB-RJ, um dos autores do mandado de segurança.
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http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u90783.shtml
29/3/2007, 18:24
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Do site HowStuffWorks Brasil:
Durante os períodos de pico de tráfego aéreo nos Estados Unidos, existem cerca de 5 mil aeronaves no céu a cada hora. Isto se traduz em cerca de 50 mil aeronaves operando no céu diariamente. Como estes aviões não colidem uns com os outros?
Leia: http://www.hsw.com.br/controle-de-trafego-eua.htm
29/3/2007, 16:16
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O pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ter “prazo, dia e hora” para o fim da crise nos aeroportos não pode ser atendido, segundo o presidente da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) brigadeiro José Carlos Pereira. “Isso é impossível de se prever”, disse, em entrevista à imprensa, após reunir-se nesta Quarta-feira com o presidente da República e com o presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Milton Zuanazzi. Na reunião, foi discutida a compra da Nova Varig pela companhia aérea Gol.
O brigadeiro Pereira garantiu que, com as medidas que a Infraero, a Anac e o Comando da Aeronáutica estão tomando, “muita coisa será minimizada em curtíssimo prazo de tempo”. Mesmo assim, disse que é difícil precisar datas para a solução total dos problemas. “É uma previsão difícil de dizer, dia 27, Terça-feira, às 10 horas, estará tudo concluído, tudo certinho”.
De acordo com Pereira, para a Infraero, a prioridade é resolver “na maior velocidade possível” a situação nos aeroportos de Cumbica, em Guarulhos, e de Congonhas, em São Paulo. As prioridades seguintes, disse Pereira, são a recuperação de alguns equipamentos dos aeroportos do Galeão, no Rio de Janeiro, e do Afonso Pena, em Curitiba. “No momento, nossa preocupação é com os equipamentos que não podem faltar, porque isso realmente causa um apagão”.
Pereira diz que pretende entregar ao ministro da Defesa, Waldir Pires, na Sexta-feira, o resultado da sindicância feita para determinar as causas e os culpados pelos problemas que causaram o fechamento do aeroporto de Guarulhos durante o último final de semana. “Nossa sindicância vai apurar se houve negligência de alguém no episódio. Se houve, haverá punição”.
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29/3/2007, 16:08
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Do site da Câmara dos Deputados:
O líder do PSDB, deputado Antônio Carlos Pannunzio (SP), juntamente com líderes da oposição (PPS, PFL e minoria) entregaram no plenário ao presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, uma lista com 20 mil assinaturas em favor da instalação da CPI do Apagão Aéreo. Segundo Pannunzio, outras 20 mil estão a caminho, “para demonstrar que o povo quer ver a CPI instalada e o fim dessa crise”, disse.
O líder do governo, deputado José Múcio Monteiro (PTB-PE), disse que se soma às preocupações da oposição pela solução da crise no setor aéreo, mas discorda da criação de uma CPI, que, em sua opinião, será apenas um palanque político. “O governo está presente, ativo e indignado com a crise. O TCU está investigando, e as medidas já foram tomadas”, afirmou.
http://www2.camara.gov.br/internet/homeagencia/materias.html?pk=100453
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29/3/2007, 13:23
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Do G1, em São Paulo, com informações da TV Amazonas:
As operações do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus (AM), foram suspensas entre a zero hora e as 7h (horário local) desta quinta-feira (29). Informações iniciais dão conta de que houve um suposto protesto dos controladores de vôo.
Nesse período, os aviões não foram autorizados a pousar ou decolar. Pelo menos 11 vôos foram prejudicados durante a madrugada - nove partidas e duas chegadas.
Uma atendente da Infraero que não se identificou disse que o aeroporto voltou a funcionar por volta das 7h. Às 8h40 (horário local), dois vôos estavam com mais de quatro horas de atraso.
29/3/2007, 12:52
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Informe publicitário da Confederação Nacional da Indústria (CNI):
A Confederação Nacional da Indústria manifesta sua profunda preocupação com a continuidade da crise no transporte aéreo nacional, com os principais aeroportos brasileiros voltando a registrar freqüentes atrasos nos pousos e decolagens.
A persistência dessa situação é motivo de reiterada apreensão do setor industrial. O aumento do tempo despendido nas viagens aéreas e as incertezas que o quadro atual gera trazem sérias implicações para a atividade econômica do país.
A irregularidade dos vôos acarreta impacto negativo na produção das empresas industriais, usuárias do transporte aéreo, em sua cadeias de suprimento e de distribuição de produtos. Em especial nos estabelecimentos que operam no regime “just in time”, com significativo prejuízo para seus compromissos de venda, comprometendo os seus relacionamentos com clientes nacionais e estrangeiros.
O problema causa também a desorganização nas agendas de negócios, com aumento do tempo de viagem, adiamentos e cancelamentos de reuniões de trabalho, vendas e negócios.
Deve-se, ainda, considerar o aumento de custo para os usuários do transporte aéreo, bem como seu efeito negativo sobre o turismo, em razão da frustração e insegurança percebida pelos passageiros.
Em todos os países, o transporte aéreo é importante indutor de crescimento econômico. No Brasil, a situação é ainda mais grave devido às grandes distâncias e ao elevado grau de deterioração do transporte rodoviário, da deficiência da rede ferroviária e da baixa oferta da navegação de cabotagem.
A manutenção desse quadro por tanto tempo e a permanência de incertezas quanto à solução da crise no tráfego aérero brasileiro são fatores inibidores da expansão dos negócios, que afetam o crescimento da economia e geram desconforto e insegurança para os cidadãos.
A indústria brasileira enfatiza a urgente e imprescindível necessidade de o Governo Federal apresentar à sociedade um plano de reestruturação do setor aéreo, com objetivos e metas que compreendam as várias dimensões do problema, adotando as urgentes medidas para restabelecer a normalidade.
Brasília, 29 de março de 2007.
29/3/2007, 10:28
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