Vídeos da Crise
Galeão, 23 de julho:
265 comentário 24/7/2007, 17:41 apagaoaereo.com.br
Do Globo Online:
Os problemas nos aeroportos já estão virando rotina. Os últimos números divulgados pela Infraero mostram que dos 1074 vôos programados no país entre 0h e 15h desta terça-feira, 184 foram cancelados e 386 estão atrasados. São 53,1% dos vôos com problemas.
O Aeroporto de Congonhas permanece fechado para pousos desde 11h05m por conta de um forte nevoeiro na região. De acordo com a Infraero, não há mais aeronaves no pátio e as decolagens a partir deste momento deverão sofrer atrasos. Deve aumentar também o número de vôos cancelados, porque os aviões não podem pousar.
Das 144 partidas programadas, 74 foram canceladas e 15 tiveram atrasos de mais de uma hora. A Infraero ainda informou que até 10h47m, 15 decolagens foram desviadas para o Aeroporto de Cumbica. A maioria dos vôos cancelados era da TAM, que decidiu não pousar em Congonhas nesta terça-feira. Confira lista dos vôos cancelados ou transferidos.
Leia: http://oglobo.globo.com/pais/mat/2007/07/24/296941564.asp
671 comentário 24/7/2007, 17:39 apagaoaereo.com.br
Do Globo Online:
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) proibiu a venda de bilhetes por todas as companhias a partir de Congonhas até que o tráfego no terminal esteja normalizado. Segundo a Anac, estão assegurados apenas o embarque de usuários que já possuam os bilhetes. A medida entra em vigor imediatamente. Também foram proibidos vôos fretados e charters em Congonhas.
A agência responsabilizou as empresas pelos atrasos e cancelamentos no aeroporto desde o acidente com o Airbus da TAM e determinou que elas informem seus atrasos e cancelamentos em seus call centers e páginas na internet, além de manter equipes nos aeroportos para orientar os passageiros.
“O passageiro tem o direito ao reembolso do valor já pago pelo bilhete se o transportador cancelar a viagem”, lembra a Anac. A determinação é que, em vôos com atraso superior a 4 horas, o passageiro seja embarcado em outro vôo ou tenha o dinheiro da passagem devolvido imediatamente.
Seguindo determinação do governo, a Anac decidiu também proibir vôos charters (fretamento) para Congonhas a partir desta terça. Em 60 dias, Congonhas somente poderá ser usado para vôos com duração de até 120 minutos (duas horas). A nova malha áerea também vai retirar todas as conexões e escalas de Congonhas. Com isso, o aeroporto poderá continuar a ser usado para vôos entre São Paulo e cidades como Rio, Brasília, Porto Alegre e Curitiba, por exemplo.
Em nota divulgada nesta terça, a Gol pediu aos passageiros com viagem marcada até a próxima segunda-feira, dia 30, que adiem o embarque. A Gol informou que vai implantar uma nova malha na semana que vem e que espera a normalização do tráfego aéreo nesse período. Os vôos que forem transferidos para o Aeroporto de Guarulhos serão informados no site da empresa.
Leia: http://oglobo.globo.com/sp/mat/2007/07/24/296941552.asp
2373 comentário 24/7/2007, 17:38 apagaoaereo.com.br
Do Globo Online:
Um bloco de terra que estava na cabeceira da pista do aeroporto de Congonhas deslizou nesta tarde sobre a calçada do acesso ao aeroporto. O motivo é a chuva que desde a madrugada não pára de cair na cidade. Segundo os bombeiros, a terra que deslizou foi revolvida pelo avião da TAM, quando saiu da pista na última terça-feira e atravessou a Avenida Washington até explodir no prédio da TAM Express. A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) interdita parte do acesso.
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Leia: http://oglobo.globo.com/sp/mat/2007/07/23/296922990.asp
238 comentário 23/7/2007, 18:18 apagaoaereo.com.br
Do Globo Online:
A situação está complicada no Aeroporto de Congonhas nesta segunda-feira. A TAM suspendeu o check-in até meio dia, por conta da chuva que caiu em São Paulo. Os pilotos da Gol também não estão pousando no aeroporto e as aeronaves seguem para Guarulhos. Das 76 partidas programadas para Congonhas entre 6h e 10h, 12 foram canceladas e sete estão com atraso superior a uma hora. O aeroporto, segundo a Infraero, ainda sofre com os problemas do Cindacta 4, em Manaus.
Avião decola de Congonhas neste domingo - Foto de Leonardo Soares, Diário de S.PauloPilotos das duas companhias aéreas firmaram um acordo e decidiram que não vão pousar no aeroporto em dias de chuva, enquanto a pista principal não receber o ‘grooving’, que são pequenas ranhuras destinadas a drenar a água. Por volta das 6h35m desta segunda, quando começou uma chuva forte e rápida em Congonhas, um avião da TAM arremeteu antes de pousar na pista.
Neste domingo, a TAM divulgou nota informando que orientou seus pilotos a não pousarem em dia de chuva. Segundo a companhia, as operações ficariam normais apenas na pista auxiliar. Veja a íntegra da nota .
A pista principal de Congonhas foi reaberta em 29 de junho depois de 45 dias de reforma, mas a previsão era de que o grooving só estivesse pronto em setembro. ( leia o que disse a Infraero no dia da reabertura ).
Na terça-feira passada, a pista de Congonhas estava molhada durante o pouso do Airbus 320 da TAM, que não parou dentro do aeroporto e explodiu no prédio da TAM Express, com 187 pessoas a bordo. Ela havia ficado fechada por 23 minutos e reabriu uma hora e 20 minutos antes do pouso do vôo 3054.
De acordo com meteorologistas, há previsão de chuva durante toda a semana e isso deve adiar ainda mais a reabertura da pista principal, fechada desde o acidente com o Airbus 320 da TAM e que deveria voltar a operar nesta terça-feira. De acordo com meteorologistas, o tempo ficará instável até o início de agosto .
O presidente da Infraero chegou a dizer neste domingo que a pista principal reabriria de qualquer maneira nesta segunda, mas a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) condicionou a retomada das operações à pista seca e redução de peso das aeronaves. Para ficar mais leves, os aviões têm de reduzir bagagem e passageiros. Isso poderá causar overbooking (venda de bilhetes acima da capacidade do avião) em Congonhas, principal aeroporto do país.
Como as passagens já foram vendidas e os aviões terão que pousar e decolar de Congonhas com o peso reduzido - em média em 20%, dependendo do tipo da aeronave - muitos passageiros deverão ser transferidos para outros vôos e aeroportos.
O chefe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes (Cenipa), Jorge Kersul Filho, havia defendido na quinta-feira, em entrevista à imprensa, que a pista principal só fosse usada seca ou, no máximo, úmida.
O Airbus da TAM pousou na pista molhada de Congonhas com o reversor da turbina direita desligado.
Leia: http://oglobo.globo.com/sp/mat/2007/07/23/296916403.asp
2101 comentário 23/7/2007, 12:31 apagaoaereo.com.br
Do Globo Online:
A CPI do Apagão Aéreo da Câmara resolveu funcionar durante o recesso parlamentar após o acidente com o avião da TAM. Na terça-feira, um grupo de deputados visitará o centro de manutenção da TAM em São Carlos, no interior de São Paulo.
A ida a São Carlos foi aprovada em reunião realizada na última sexta-feira, quando os deputados decidiram também pedir uma série de informações à TAM, tais como cópias dos documentos relativos às manutenções realizadas nos meses de janeiro a julho na aeronave acidentada e dados sobre a tripulação.
À Aeronáutica, a CPI decidiu pedir o número de vôo, nome da empresa, horário e nome do piloto e co-piloto presentes nas dez últimas aterrissagens que antecederam o acidente, além do nome do piloto e co-piloto da Pantanal Linhas Aéreas que derrapou no dia anterior em Congonhas e dos nomes dos controladores civis e militares presentes no momento do acidente da TAM. Na última quinta-feira, a Infraero revelou diálogos entre pilotos e controladores com reclamações de que a pista estava escorregadia.
Leia: http://oglobo.globo.com/pais/mat/2007/07/22/296908838.asp
2613 comentário 22/7/2007, 13:31 apagaoaereo.com.br
Editorial da Folha de S. Paulo:
DURANTE dez meses, repetiram-se em ritmo quase diário os sinais de completa exaustão do sistema de tráfego aéreo brasileiro -e também os sinais revoltantes de indiferença, inépcia e despudor das autoridades perante a situação. Do descalabro de todos os dias passou-se a uma tragédia -a segunda em menos de um ano.
Enquanto as cenas de caos nos aeroportos se transformavam em rotina, provinham do governo sucessivos anúncios de que a crise estava superada; deu-se a declaração do ministro da Fazenda, Guido Mantega, creditando à “prosperidade econômica” o colapso cotidiano; ouviu-se também a memorável sugestão de “relaxe e goze” dirigida aos usuários de avião pela ministra do Turismo, Marta Suplicy. Para cúmulo do escárnio, enquanto ainda fumegam as ruínas do acidente, diretores da Anac são condecorados oficialmente.
Nesse contexto, ganham significado as imagens, flagradas indiscretamente pelas câmeras de TV, da gesticulação obscena com que assessores presidenciais comemoraram, em particular, a notícia de que havia falha no sistema de frenagem do avião acidentado. Para esses animados estrategistas do Planalto, um defeito na aeronave ou um erro do piloto viriam naturalmente a diminuir as tentativas de exploração política da tragédia.
Não se trata, contudo, de transformar um problema de ranhuras na pista de Congonhas ou do reverso de um Airbus em instrumento político para governo ou oposição. Trata-se de reconhecer a necessidade premente de soluções para um quadro caótico que o governo, em atitudes públicas ou privadas, deu freqüentes sinais de minimizar.
Eis que, finalmente, o presidente da República procura reverter o desgaste político que se acumulou durante todo o período, e a que a tragédia da terça-feira passada certamente deu maior intensidade.
Lula anunciou o projeto de construir um novo aeroporto em São Paulo, sua disposição de corrigir a atuação da Anac -completamente subordinada aos interesses das companhias aéreas- e a necessária redução dos vôos em Congonhas.
Certamente, os exasperantes problemas do apagão aéreo não se resumem ao esgotamento operacional do campo de pouso paulistano - cujas condições de segurança o presidente se empenhou, aliás, em confirmar com a mesma ênfase que dedicou aos projetos para limitar seu tráfego.
Se o trauma do acidente exigia que as propostas de Lula incidissem principalmente sobre o tráfego em Congonhas, a revolta e a inquietação da opinião pública não se dissipam, naturalmente, apenas com discursos e anúncios de novos projetos.
Não faltaram, por parte do governo, promessas ambiciosas nas mais diversas áreas, esquecidas assim que o impacto do noticiário deixava de se fazer sentir. Que não se tenha de esperar por outro acidente, e outro discurso, para ver postos em prática os planos agora anunciados.
Leia: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2207200701.htm
167 comentário 22/7/2007, 11:54 apagaoaereo.com.br
Do Globo Online:
Integrantes da CPI do Apagão pediram nesta sexta-feira a demissão da cúpula do setor aéreo brasileiro - composta pelo ministro da Defesa, Waldir Pires; do presidente da Infraero, José Carlos Pereira; e da direção da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O deputado Wladimir Costa (PMDB-PA), da base aliada, defendeu as demissões do que chamou de “triângulo da incompetência”.
O deputado Carlos Willian (PTC-MG), que apóia a exoneração de Waldir Pires, lembrou que, no ano passado, uma comissão externa criada para analisar a situação do setor aéreo já havia pedido a demissão do ministro.
Leia: http://oglobo.globo.com/sp/mat/2007/07/20/296881205.asp
223 comentário 20/7/2007, 14:59 apagaoaereo.com.br
Do Globo Online:
O assessor para Assuntos Internacionais do presidente Lula, Marco Aurélio Garcia, e seu assessor de imprensa, Bruno Gaspar, reagiram com gestos obscenos à notícia de que o avião da TAM tinha um defeito no reverso da turbina .
Imagens divulgadas pela GloboNews TV na noite desta quinta-feira mostraram Garcia e Bruno de pé, na sala do assessor de Lula, no terceiro andar do Palácio do Planalto, vendo o Jornal Nacional no momento em que o telejornal deu a notícia.
Leia: http://oglobo.globo.com/sp/mat/2007/07/19/296878869.asp
1908 comentário 20/7/2007, 1:53 apagaoaereo.com.br
Do Globo Online:
O Airbus 320, prefixo MBK, que explodiu em Congonhas teve problemas para pousar em Congonhas um dia antes do acidente com o vôo 3054, que levava 186 passageiros e matou perto de 200 pessoas na terça-feira. No pouso, o vôo 3215, que saiu de Confins (BH) e pousou em São Paulo às 13h48m, parou no limite máximo da pista. Segundo o Jornal Nacional, a aeronave estava com o reverso direito desligado desde o dia 13 passado. A TAM afirmou à TV Globo que o manual do fabricante recomenda que a revisão do problema seja feita em até 10 dias.
Trem de pouso é retirado de escombros - Odival Reis, Diário de S.Paulo De acordo com a reportagem do Jornal Nacional, o problema no reverso tinha sido detectado pelo próprio sistema de checagem eletrônica da aeronave. Antes do pouso trágico, a pista de Congonhas havia ficado 23 minutos fechada por conta da chuva e foi liberada 1h20m antes da chegada do Airbus.
O presidente da TAM, Marco Antonio Bologna, e o vice-presidente técnico da empresa, Rui Amparo, confirmaram a informação. Segundo Amparo, para a Airbus, o problema apresentado pela aeronave não é impeditivo de vôo desde que a revisão seja feita em 10 dias . O vice-presidente da TAM disse ainda que o livro de bordo do avião não registra, na segunda-feira, ‘nenhuma pane grave’.
O travamento do reverso direito da turbina explicaria o fato de o avião ter apresentado um deslocamento à direita depois de pousar na pista de Congonhas, em velocidade e no ponto correto. O deslocamento foi constatado nesta quinta em perícia feita pela Aeronáutica na pista principal de Congonhas.
Leia: http://oglobo.globo.com/sp/mat/2007/07/19/296873468.asp
243 comentário 19/7/2007, 22:53 apagaoaereo.com.br
Video gravado por um celular minutos depois da colisão:
97711 comentário 19/7/2007, 18:06 apagaoaereo.com.br
http://acidentetam2007.blogspot.com/
224 comentário 19/7/2007, 17:54 apagaoaereo.com.br
Do blog do Noblat:
De O Globo:
“Quase 350 mortes em dez meses, em dois acidentes — o primeiro, com um Boeing da Gol —, justificariam dizer, como antigamente, que “a bruxa está solta”. Mas longe de se apelar para magias e maldições, há por trás da mais grave crise de segurança da aviação comercial brasileira razões muito concretas e objetivas.
Transcorrerá uma longa discussão sobre as verdadeiras causas da tragédia com o Airbus da TAM em Congonhas. Até serem divulgadas informações confiáveis, retiradas da caixa-preta do aparelho e processadas por técnicos, circularão suspeitas de falha humana e denúncias de graves riscos para quem aterrissa naquela pista com chuva, como a que caía na hora do desastre.” Leia aqui ou na seção chamada Editoriais.
Da Folha de S.Paulo:
“ESTÁ PARA ser esclarecida a causa do maior acidente da aviação brasileira. É preciso esperar até que sejam concluídas as investigações, necessariamente complexas. Mas algumas conexões entre a tragédia -a segunda em dez meses- e o descalabro que tomou conta do setor aéreo nacional já podem ser estabelecidas.
O Executivo federal não está em condições de apresentar-se diante do desastre com o vôo 3054 na posição de quem tenha tomado todas as medidas para maximizar a segurança em Congonhas. Acidentes acontecem, mas a pista do aeroporto de maior tráfego do país só foi reformada agora -o governo preferiu investir antes no conforto e na cosmética do terminal. Leia aqui ou na seção Editoriais.”
De O Estado de S.Paulo:
“Desastres de aviação, dizem os especialistas, sempre têm mais de uma causa. Com a tragédia do Airbus da TAM não é diferente. As causas são a incompetência, desídia, leviandade, ganância e corrupção presentes no sistema de transporte aéreo brasileiro. Perto desses fatores estruturais, eventuais falhas técnicas, ou do piloto, na origem da catástrofe de anteontem em Congonhas são dados acessórios. Essencial é o descalabro que permite o funcionamento a plena carga do maior aeroporto brasileiro numa área já abarcada pelo centro ampliado de São Paulo; a recusa das companhias aéreas em reduzir as suas operações ali, ou ao menos desconcentrá-las dos horários de pico; a submissão cúmplice da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aos interesses das empresas que dominam o setor; a calamidade administrativa, a politicagem e a fraude endêmica na Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero).”
Leia: http://oglobo.globo.com/pais/noblat/post.asp?cod_Post=66450&a=111
2632 comentário 19/7/2007, 17:53 apagaoaereo.com.br
Da Folha Online:
O presidente da Associação Européia de Cockpit (ECA, na sigla em inglês), uma entidade que reúne pilotos do continente, disse nesta quarta-feira que o governo brasileiro deveria ter aprendido com a queda do avião da Gol, no ano passado, e adotado medidas para evitar o acidente com o Airbus da TAM em São Paulo.
“O governo brasileiro deveria ter aprendido sua lição com o acidente da Gol e tomado as medidas adequadas para que um desastre assim não voltasse a acontecer”, afirmou Martin Chalk, em entrevista à BBC Brasil.
Segundo ele, a instituição - que representa 36 mil pilotos e engenheiros de vôo de 32 países europeus - está preocupada com a situação aérea no Brasil desde o acidente com o vôo 1907 da Gol em setembro de 2006.
“Naquela trágica ocasião, o governo se apressou em encontrar culpados em vez de realizar uma investigação profunda para encontrar as causas do acidente e corrigir efetivamente o problema seguindo os padrões estabelecidos pela Organização Internacional de Aviação Civil (ICAO, na sigla em inglês)”, afirmou.
“Esperamos que esta vez isso não se repita, para que as deficiências do sistema aéreo brasileiro possa ser definitivamente solucionadas.”
Leia: http://noticias.uol.com.br/bbc/reporter/2007/07/18/ult4904u62.jhtm
3866 comentário 18/7/2007, 14:14 apagaoaereo.com.br
Filmagens feitas após o acidente e disponibilizadas no YouTube:
4 comentário 18/7/2007, 11:39 apagaoaereo.com.br
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